Resenha: The Pexes

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Internetizaram a música, ciberneticamente autoral, digitalizando os estilos, eis que surgiu a “banda virtual”.

Foi assim, exatamente assim, de forma nada convencional, fugindo literalmente dos padrões, tipo um aqui e outro acolá, que Beto Mejia e sua trupe de tresloucados se uniram para criar a banda The Pexes, como eles mesmos dizem, a banda virtual.

Provando agora que eles conseguiram quebrar as barreiras do inusitado, sem nenhum mero ensaio, só com conversas pelo Skype e Hangouts que varavam noites a dentro, eles nos presenteiam com seu primeiro EP: o acalorado “Do The Pexes”, um disco que traz 5 canções que nos arrebatam logo de cara com sua sonoridade cheia de personalidade, com seus acordes bem marcados, suas letras bem divertidas e seu Ska que praticamente nos obriga a dançar freneticamente. Um trabalho que é uma verdadeira brasa que aconchega, faísca que incendeia, é um tremendo fogaréu de sensações.

E a música que acende esse fogaréu é “A Herança, A Mulher e o Dedo”, uma divertida canção que pode ser muito bem o hit do disco (pelo menos para mim é rs). Já a canção “Um Lição” é aquela música que afaga os nossos corações, pois ela atenua os acordes e nos faz apreciá-la ainda mais.

Beto Mejia é conhecido pelo grande público por ser o flautista faceiro da banda Móveis Coloniais de Acaju, mas desde o seu primeiro compacto “Abraço” Beto assume o posto de vocalista com autoridade e prova que tem cacique para isso.

Esse grande trabalho foi produzido por Beto Mejía e Diego Marx, ambos integram a banda que conta também com Marcius Fabiane, Marco Pessoa e Kelton Gomes, cinco grandes artistas serelepes que confiaram no talento uns do outros para fazer esse excelente disco que promete não nos deixar parados.

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